
Diz, quem sabe, que "O fado nasceu um dia,/ quando o vento mal bulia/ e o céu o mar prolongava,/ na amurada dum veleiro,/ no peito dum marinheiro/ que, estando triste, cantava". Em mim, o fado nasceu do querer e não ter, nasceu de uma existência pequena demais para uma consciência que teimava, dolorosamente, em sair. Nasceu de uma Lisboa, aguarela de fim-de-tarde, de um amarelo dourado abraçando o tejo. Nasceu de uma tristeza intrínseca que se enamorou por uma voz que a espelhava, escape que a vida não acalentava, expressão que as palavras, só por si, não permitiam.
Na rua do Capelão, imersa na dor da distância, alguém fez uma jura: "Se o meu amor vier cedinho,/ eu beijo as pedras do chão/ que ele pisar no caminho.", tão sincera, tão desesperada que não era possível não a ouvir, por mais ensurdecedora que fosse a azáfama à volta. Afinal, "todos nós temos Amália na voz/ e temos na sua voz/ a voz de todos nós"...




Itália (Lamborghini - 0-100 em 3.2 segundos - 310Km/h)
Alemanha (Porsche - 0-100 em 4,3 segundos - 310Km/h)
Japão (Mitsubishi - 0-100 em 4 segundos - 270Km/h)
Inglaterra (Lotus - 0-100 em 4 segundos - 300Km/h)
França (Peugeot - 0-100 em 6 segundos - 250Km/h) Cheira-me a montagem, ainda por cima má...
Suíça (Audi TT - 0-100 em 7 segundos - 220Km/h)
E, claro... Portugal (UMM 0-100 nunca na vida - 1Km/h) 







































